A História Do Vinho
Onde e Quando tudo começou...

A cultura do vinho ultrapassa gerações e ganha cada vez mais adeptos entre jovens e adultos.
A história do vinho se perde no tempo, e não sabemos ao certo onde e quando tudo começou. Entretanto, arqueólogos analisando grainhas, encontraram evidencias do cultivo de vinha e produção de vinho em um passado remoto. Como resultado, esse estudo arqueológico, indicou que a pelo menos 7.000 anos a cultura do vinho é praticada. E assim, evoluindo através dos tempos.
Contudo conclui-se que, no final da idade da pedra, houve uma transição de videiras silvestres para videiras cultivadas.
Acima de tudo, na Bíblia Sagrada, podemos encontrar várias citações sobre vinhos, por exemplo, a mais interessante é a história de Noé. Segundo conta a história, foi o primeiro homem a cultivar a vinha, criando assim, literalmente, raízes na região.
Além disso, confirmando essa versão bíblica, as primeiras evidencias do cultivo da Vitis Vinífera foram encontradas no Monte Ararate, leste da Turquia, próximo à fronteira do Irã com a Armênia. Ali Noé, supostamente, teria cultivado vinha.
Mas, você sabe, ciência e religião nunca tiveram consenso. Entretanto, é inegável que a história do vinho começou ser escrita quando o homem conheceu a agricultura e deixou de ser nômade.
Então, foram várias as civilizações que cultuaram o vinho. Contudo, os principais responsáveis por disseminar esta cultura foram os egípcios, os gregos e os romanos.
Gregos
Vale ressaltar que, na antiga Grécia, vinho foi mais cultuado do que jamais fora no antigo Egito, sendo que, podia ser apreciado por todas as classes.
Os gregos começam a disseminar videiras em outras regiões europeias como a Itália e Península Ibérica a partir do ano 1000 a.C. Depois disso, por volta de 700 a.C., os gregos fundaram Massalia, hoje a cidade de Marselha, na França. Consequentemente, acredita-se que, foi onde ocorreu o primeiro contato dos franceses com o vinho.
Dionísio era o deus do vinho, na antiga Grécia, e os cultos em sua reverência eram regados a muito vinho, fantasia e erotismo.
Romanos
A Antiga Roma teve uma importante influência na história do vinho. Os romanos acreditavam que o vinho era uma necessidade diária, o que fez a bebida se tornar “democrática e onipresente! Desta forma, o vinho, estava disponível igualmente para os escravos, camponeses, mulheres e aristocratas.

Certamente, o vinho era levado pelos romanos quase como uma “demarcação de território”. Esta era uma forma de impor seus costumes, e sua cultura para os povos das áreas que conquistavam.
Deste modo, o vinho se tornou a bebida dos legionários, dos gladiadores e das tabernas frequentadas pelos soldados.
Para os romanos Baco era o deus do vinho, e era considerado o protetor das vinhas e do vinho, aparecendo com fomentador da paz e da harmonia.
Egípcios

Os egípcios tem um importante papel na história do vinho. Pois foram os primeiros a registrar o processo de vinificação e também o consumo da bebida em celebrações. Estes registros eram feitos na forma de pictogramas, (pinturas e documentos datados de 3.000 a 1.000 a.C.),
Entretanto, no antigo Egito, o vinho era privilégio da família real e das classes mais elevadas. Os especialistas egípcios diferenciavam os tipos de vinho, com tanta certeza, que podem ser comparados, hoje, a enólogos de Bordeaux do nosso tempo, afirma o escritor e pesquisador inglês Hugh Johnson, em seu livro “A História do Vinho”.
Desta forma, o consumo e a produção de vinhos cresceu e deu grande impulso no comércio egípcio, na época. Em suma, podemos dizer que os primeiros enólogos foram egípcios.
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